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AJURIS lança a segunda fase da Campanha Eleições Limpas, dia 20

A AJURIS, em parceria com a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), lança no próximo dia 20 de agosto, a segunda fase da Campanha Eleições Limpas, que tem por objetivo estreitar os laços entre a Justiça Eleitoral e a sociedade, estimulando um comportamento ético do cidadão ao votar.

O lançamento que reunirá a partir das 14h, juízes eleitorais, representantes de partidos, autoridades dos três Poderes e sociedade em geral, acontecerá no auditório Romildo Bolzan, no Tribunal de Contas do Estado (Rua Sete de Setembro, 388 – Centro -  Porto Alegre – RS). Entre os temas a serem abordados estão as alterações vigentes na legislação eleitoral, os avanços da Justiça Eleitoral e condutas vedadas a candidatos.

O presidente da AJURIS, Carlos Cini Marchionatti, lembra que o pleito eleitoral é uma verdadeira festa da cidadania com a escolha de legítimos representantes do povo.

Para o desembargador, tão importante quanto o candidato fazer uma campanha séria e transparente, é a postura do eleitor em não aceitar qualquer tipo de favor daquele que postula algum cargo público. “São os pequenos subornos, como a entrega de cesta básica, um emprego a um familiar desempregado ou uma lata de tinta para a reforma da casa, que desvirtuam as eleições”, adverte Marchionatti.

Para ele, são as pequenas irregularidades que podem se transformar em grave prejuízo aos cofres públicos. “Quando o eleitor perceber que o seu voto é muito mais importante do que a cesta básica e exigir o respeito que as pessoas públicas lhe devem, não haverá mais espaço para esta prática”, assinala.

Com o lançamento da segunda edição da Campanha Eleições Limpas, a expectativa é de que o debate sobre o tema vá se tornando habitual entre todos envolvidos no processo e, que aos poucos, seja aprimorada a consciência da cidadania.

Cartilha do Eleitor*

Como devo escolher meu candidato?

Fique atento às propostas apresentadas na campanha e ao comportamento do candidato. Os bons políticos são líderes autênticos e têm capacidade de reunir pessoas em torno de idéias, não de interesses pessoais. Por isso, existe a propaganda política. Serve para você conhecer os candidatos e suas idéias.

O que é o programa de governo dos candidatos?

Um programa de governo é um projeto do que o candidato pretende executar durante seu mandato, caso seja eleito. Ele deve responder às necessidades da sociedade. Porcure conhecer o programa do seu candidato antes de definir o seu voto.

Vale a pena anular o voto?

O voto nulo (branco) pode representar um protesto do eleitor, mas é um protesto perigoso. Anular o voto significa abdicar do direito de escolher e permitir que outro faça a escolha.

É importante conhecer o passado do candidato?

Procure saber o máximo possível a respeito dos candidatos. Deve-se usar a memória também! É importante lembrar como eles agiram quando estavam no poder. Foram competentes? Foram honestos?

Ao saber de alguma irregularidade ligada as eleições, o que fazer?

Procurar um juiz eleitoral do município em que ocorreu a irregularidade. Ele é um grande aliado da comunidade na luta por eleições limpas.

Como se faz denúncia ao juiz eleitoral?

É preciso dispor de provas ou saber indicar a forma de obtê-las. Diante disso, escreva a denúncia pode ser até a mão) e a entregue no cartório eleitoral da sua cidade. Você precisará assinar a denúncia.. Se isso o fizer se sentir mais seguro, convide outras pessoas a assiná-la junto com você.

*informações da cartilha produzida pela AMB.

No próximo dia 6 de agosto ocorrerá uma Audiência Pública para debater o Projeto Pontal do Estaleiro. Será na Câmara de Vereadores de Porto Alegre às 19h.

Como diz a Sandra Jussara, da AGAPAN, no email que enviou:

A aprovação deste projeto, assim como está posto, dará início a privatização do orla do Lago Guaíba!
VAMOS DEIXAR QUE ISTO ACONTEÇA?
Nossa participação é de suma importância neste evento!
Um fraterno e comunitário abraço,
Sandra.
Anote:
Dia 6 de agosto, quarta-feira, 19h.
Local: Plenário Otávio Rocha da Câmara Municipal (Av. Loureiro da Silva, nº 255, 2º andar).
Trapiche do Estaleiro

Trapiche do Estaleiro

Leia aqui, as discordâncias de entidades ambientalistas e de moradores a respeito do projeto:
Arquiteto lamenta proposta para o Pontal do Estaleiro
Atualizado em 6 de agosto
Leia mais sobre esses assuntos aqui:

Atualizado em 8 de agosto:

Entidade se manifestam

Entidade se manifestam

Foto da Audiência Pública: Ramon Nunes/CMPA

Texto do arquiteto Nestor Nadruz sobre a polêmica da Orla do Guaíba:

A Polêmica da Orla

Leia mais sobre a Audiência aqui:
Jornal JÁ:

Movimento Gaúcho em Defesa do Meio Ambiente realiza Seminário Políticas Públicas de Meio Ambiente

No dia 16 de julho às 18h30min vai acontecer o Seminário “Políticas Públicas de Meio Ambiente no RS - A ofensiva sobre o Pampa: exploração do Aqüífero Guarani, monocultivos de eucaliptos e redução da faixa de fronteira”. O local é o auditório do Semapi/Sindicato - Lima e Silva nº 280, Cidade Baixa.

De acordo com o divulgado pela organização do Movimento Gaúcho em Defesa do Meio Ambiente - entidade promotora do evento-, serão discutidos os impactos sociais e ambientais nas regiões onde estão sendo implementados projetos de silvicultura no Estado. O Seminário ainda objetiva debater e apresentar as questões referentes a exploração desordenada do Aqüífero Guarani e a propostas de emenda constitucional de redução da faixa de fronteira que tramita na Câmara e Congresso.

“Participe desta iniciativa que estabelece um espaço de discussão referente ao meio ambiente com a população, agentes públicos administrativos, pesquisadores e instituições ambientalistas. Divulgue esta idéia. Contribua com este processo de aprimoramento da gestão ambiental pública e democratização das informações. Sua presença é fundamental e seu interesse decisivo.”

Eliege Fante DRT/RS 10.164
Assessora de Imprensa
Fone: (51) 9816 9595
Fone/Fax: +55 51 3332-8884

Do Blog “Cão Uivador“, sobre a rua Pelotas:

A rua onde eu cresci

A Rua Pelotas, no Bairro Floresta, na qual morei até pouco antes de completar 11 anos, foi incluída em um projeto que prevê o tombamento como patrimônio ambiental de diversos túneis verdes de Porto Alegre. Ela inicia-se antes da Avenida Farrapos, e estende-se até a Cristóvão Colombo. Entre a Farrapos e a Cristóvão encontra-se o seu túnel verde, formado por jacarandás que durante a primavera florescem e fazem a rua ter também um “tapete” formado pelas flores que caem das árvores.

Não foi por acaso que meu pai escolheu a casa de número 430 (andar térreo) da Rua Pelotas para morarmos, pouco antes de eu nascer. Meu nascimento era previsto para acontecer no fim de outubro ou no começo de novembro de 1981, mas o quadro de pressão alta da minha mãe, que estava internada no Hospital Presidente Vargas desde 30 de setembro, fez com que os médicos decidissem fazer a cesariana na noite de 15 de outubro. Quando a minha mãe foi internada, ela e o meu pai ainda moravam na Azenha, junto com a minha avó (mãe do meu pai). Neste meio tempo, foi feita a mudança para a Rua Pelotas, em plena primavera - ou seja, em sua época mais bela.

Parece “coisa de velho”, mas… Bons tempos aqueles. As crianças brincavam na rua. Apostávamos corridas de bicicleta - eu disputava a hegemonia com o Leonardo, enquanto o Vinicius (meu irmão) e o Diego, os mais novos da turma, brigavam para não ficar em último. Também fingíamos que as calçadas eram as ruas de uma cidade inventada: o Leonardo e eu éramos os patrulheiros, e o Vini e o Diego, para variar, se davam mal.

Coisas da imaginação de criança: com nossas bicicletas, brincávamos também de aeroporto, precisávamos pedir permissão para pousos e decolagens de nossos “aviões”. E sem “caos aéreo”!

Também jogamos muito futebol, quando transformávamos as calçadas em “estádios” lotados. O único problema é que passavam carros e caminhões da Brahma na rua, então tínhamos uma regra: proibido “bicar”. Só que de vez em quando alguém “bicava” a bola, e passava um carro por cima. Aliás, o maior mistério da rua é: o que aconteceu com aquela bola nova do Diego? Ela foi pro meio da rua, veio um carro… BUM! Ela estourou e desapareceu!

Hoje em dia, as tardes da Rua Pelotas são mais “calmas”. E mais gradeadas. É a paranóia da segurança, que faz as crianças brincarem dentro de casa. Naquela época já havia assaltos, mas não esse medo irracional dos dias de hoje, que fez as pessoas abandonarem as ruas: isso sim é que aumenta a insegurança.

Porém, sempre que passo por baixo dos jacarandás ou pela esquina da Cristóvão Colombo com a Pelotas, tenho a impressão de ouvir uma voz de criança gritando: “não vale dar bico!”.

Link: A rua onde eu cresci

Fórum das Entidades

Fórum de Entidades - a última reunião

No dia 18 de junho o Fórum de Entidades que discutiu o projeto de Revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental de Porto Alegre, encerrou oficialmente suas atividades.
Foi feita a entrega de Certificados de Participação aos participantes pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Sebastião Melo, e pelos coordenadores do Fórum, vereadora Neuza Canabarro e arquiteto Nestor Nadruz.
Nas 35 reuniões realizadas, as entidades participantes discutiram inúmeros assuntos polêmicos na proposta do executivo municipal e apresentaram 87 emendas ao projeto.
Resta agora acompanhar a discussão dessas emendas no plenário da Câmara Municipal e fiscalizar o voto de cada vereador, quando da votação das emendas.

Foto: Tonico Alvares/CMPA em 06/3/2008

Leia mais aqui:

Entidades participantes do Fórum do PDDUA recebem diplomas
Fórum das Entidades protocola 87 emendas ao PDDUA

No dia 19, o arquiteto Nestor Nadruz falou na Tribuna Popular da Câmara de Vereadores para expressar o descontentamento da comunidade com relação ao projeto “Pontal do Estaleiro”, na orla do Guaíba. Representantes de Movimentos e Associações de Moradores estiveram lá para apoiar a manifestação de Nadruz.

Na página da Câmara:

Arquiteto lamenta proposta para o pontal do Estaleiro

Foto: Elson Sempé Pedroso/CMPA em 19/6/2008

Do Blog “Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho

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