Ciclovias para cidades que queremos

O documentário foi criado pela Ong, I-CE (Interface Cycling Expertice) e mostra a experiência bem sucedida em algumas cidades do mundo que adotaram políticas de favorecimento ao transporte com bicicleta.

Obrigado ao Ismael – mestre do Maracatu Truvão – e Filipe Oliveira, que mandaram os links do documentário.

1ª parte:

2ª parte:

4 pensamentos sobre “Ciclovias para cidades que queremos

  1. As ciclovias como modal de transporte são uma ótima solução para o deslocamento nas cidades.
    Aqui na Zona Rural de Porto Alegre, desde Belém Novo até o Lami a bicicleta é utilizada como meio de transporte, mais por necessidade do que por opção, pois para muitos é o único meio disponível.
    O que não é divulgada é a quantidade de ciclistas que são atropelados por falta de uma ciclovia. São pessoas humildes que utilizam a bicicleta para ir e voltar ao trabalho, inclusive crianças que se deslocam para as escolas, que, por falta de uma via segura para as bicicletas, estão sendo vítimas de atropelamentos.
    Bastaria que a prefeitura se dispusesse a melhorar os acostamentos, tapando os buracos, e sinalizando as Av. Edgar Pires de Castro e do Lami para que a bicicleta seja mais utilizada por aqui.

  2. HOLA, somos una organziación no gubernamental FUNDACIÓN BICI_ÑAN de la ciudad de Cuenca-Ecuador, nos llegó el comunicado realizado por la red de Interface for Cycling Expertice (I-CE) y queremos unirnos y ser parte de los firmantes. Por favor indiquenos como podemos hacerlo.
    Gracias,
    Margarita Arias

  3. O problema de Porto Alegre não ter uma política urbana com projetos de ciclovias se deve ao fato de quê não há interesse por parte da maioria da classe média da cidade que vive próxima ao centro em usar a bicicleta como meio de transporte, preferindo o uso do carro. Como não há mobilização para isso, o poder público nada faz. Mesmo que uma grande parcela de trabalhadores necessitem usar bicicletas a sua condição impede uma maior organização para reivindicar esse direito. Enquanto a classe média porto-alegrense, continuar com a visão miope e atrasada que têm, e continuar usando um carro para conduzir apenas uma pessoa, em um trajeto que poderia fazer caminhando ou de bicicleta, nada será feito. A síndrome de vira-lata, e de subdesenvolvimento da nossa classe média guasca é o fator decisivo para que a demanda de ciclovia nunca esteja na pauta. É necessário um movimento organizado em defesa do uso da bicicleta. Um movimento militante que ocupe as ruas, que utilize a bicicleta no trabalho , no dia dia, e não apenas nos finais de semana nos parques. Só assim o poder público terá interesse em realizar alguma ação nesse sentido.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s