Entidades em ação CONTRA o projeto Pontal do Estaleiro!


Panfleto das Entidades

AGAPAN – Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural
•Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho
AMABI – Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Independência
•Movimento Viva Gasômetro
•Associação Moinhos Vive
AMBI – Associação dos Moradores do Bairro Ipanema
AMA – Associação dos Moradores da Auxiliadora
CCD – Centro Comunitário de Desenvolvimento da Tristeza, Pedra Redonda, Vilas Conceição e Assunção
CMVA – Conselho Gestor dos Moradores da Vila Assunção
DEFENDER – Defesa Civil do Patrimônio Histórico
•Associação dos Moradores da Cidade Baixa
•Associação de Moradores do Centro de Porto Alegre
ASCOMJIP – Associação Comunitária Jardim Isabel Ipanema
AMOBELA – Associação dos Moradores da Bela Vista
CEUCAB/RS – Conselho Estadual da Umbanda e dos Cultos Afro-Brasileiros do RS
AMSC – Associação dos Moradores do Sétimo Céu
•Movimento Petrópolis Vive
UPV – União Pela Vida
•ONG Solidariedade
•Movimento Higienópolis Vive
AMACHAP – Associação dos Moradores do Bairro Chácara das Pedras
•Instituto BIOFILIA
InGá Estudos Ambientais
NAT/Brasil – Núcleo Amigos da Terra

Atualização em 17/9:

Protesto na Câmara

Entidades fazem protesto silencioso na Câmara Municipal de Porto Alegre, usando preto.

Protesto na Câmara

Protesto na Câmara

Protesto na Câmara

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9 pensamentos sobre “Entidades em ação CONTRA o projeto Pontal do Estaleiro!

  1. Dizem que o projeto é privado. É claro que é privado, porque está localizado em área privada. Mas o que eles não dizem é que o projeto privado vai facilitar o acesso a orla que é pública, via construção de calçadão e avenida. É por causa de movimentos retrógrados como esse que faz Porto Alegre patinar. Ao invés de se executar a obra para melhorar a qualidade de vida do povo da cidade, as minorias participativas — que acham que entendem de tudo — tentam minar, reduzir, ideologizar e burocratizar essa discussão que é apenas urbanística. Francamente. Um absurdo um movimento que quer melhorar a qualidade de vida de Porto Alegre (que todos temos que defender) participar desse tipo de iniciativa.

  2. Ao Sr. Carlos Maia:

    Justamente por ser um movimento de cidadãos conscientes e responsáveis pelo nosso meio ambiente e pela qualidade de vida de TODOS os cidadãos da cidade é que somos contra este projeto.

    No movimento Porto Alegre Vive existem cidadãos de todas as ideologias políticas, mas unidos por pontos comuns a todos: ética, respeito ao meio ambiente e ao direito do cidadão comum falar, ser ouvido e ter seus direitos respeitados!

  3. “…tentam minar, reduzir, ideologizar e burocratizar essa discussão que é apenas urbanística.” – Carlos Maia

    Parece que é o que ele próprio tá tentando fazer.
    Não refutou nada que tá no cartaz!

    hehehe

  4. Sou morador do bairro Cristal e a favor do Pontal do Estaleiro. Enquanto a área pertenceu ao Estaleiro Só não lembro de ninguém reclamando sobre a restrição de acesso por ser área privada. É preciso que se diga que o projeto em discussão somente seria viável com uma área residencial. Porém entregará a população um grande espaço público de lazer, bares e restaurantes.

  5. Enquanto a área era usada pelo Estaleiro Só, realmente não era permitido o acesso.
    Depois da falência do Estaleiro se falou sim, de não restringir o acesso ao local.
    Há uma proposta alternativa para o local, com livre acesso e um grande espaço público de lazer. A proposta é a criação de um Parque Ecológico. A proposta está sendo trabalhada pelas diversas Entidades que participam do Fórum Municipal das Entidades. Pretendem mostrar a proposta para a população no dia 27 de setembro.

  6. O caso do Pontal é muito mais simples que a comparação entre a natureza selvagem e a novíssima arquitetura, quem prefere uma, quem prefere a outra.

    Deixando de lado detalhes como a questão da instabilidade do solo dos aterros hidráulicos da orla, a circulação viária estrangulada, a alteração do micro-clima quando se constróem espigões que barram os ventos e aquecem o entorno pelo simples efeito solar, mormente quando são envidraçados ou de cor clara…

    temos o seguinte: o Estaleiro Só faliu e deixou ao desabrigo seus ex-funcionários e suas famílias por cerca de vinte anos. A área está constante do PDDUA como área de preservação permanente, com uma série de restrições ao uso, visando conservar as características geográficas e paisagísticas da cidade.

    Nesses vinte anos, a cidade poderia ter desapropriado o local e feito um belo parque público, mas acabou optando-se pelo leilão por míseros 7 milhões, que só se justificavam devido às restrições construtivas. Os empregados da falida permaneceram no prejuízo.

    O comprador BM PAR Empreendimentos (empreendimentos de quê, eu gostaria de saber), sob a direção de Rui Carlos Pizzato, resolveu fazer do limão uma limonada: comprou a preço de banana, queria faturar a preço de diamantes (uns 1000 ou 2000%). Ideou um mega-condomínio mais parecido a uma fortaleza militar, com a brancura Omo, construção totalmente proibida pela legislação vigente naquele local. Não se apertou: resolveu mudar a legislação, sem mesmo esperar a revisão do Plano Diretor para avançar seus palpites e interesses.

    Este é o cerne da questão. Um único cidadão julga-se no direito de alterar a legislação de toda uma cidade para atender seus caprichos e interesses, e 17 edis são suscetíveis a seus desejos.

    Essa coisa está meio esquisita, não acham? Muito ética e muito democrática evidentemente não é. Qual sua opinião?

    A nossa é um parque ecológico, com replantio da vegetação nativa de Porto Alegre, e projetos pedagógicos destinado ao ensino da preservação ambiental e manejo do ambiente natural, iniciação esportiva ligada ao meio hídrico, direcionado prioritariamente para a juventude em situação de risco social, embora aberto para todos.

  7. Irregularidades do poder público municipal:

    Entreguismo
    Nos últimos 15…anos, em Porto Alegre foi elaborado e votado uma série de leis, portarias, decretos, resoluções,… referente ao solo urbano que implica diretamente com o desenvolvimento e espansão da cidade, do legislativo e do executivo, *sem uma discussão ampla com a população do município,consulta pública, audiências, etc.
    Não respeitando a LOM (lei orgânica municipal) e seus ritos como lei maior, o PDDUA
    com suas sete estratégias para o desevolvimento sutentável, ex: as áreas de transição como a orla do rio guaiba, esta interface é especial e não esta sendo tratada como tal !
    Os nossos parques públicos, ex. o parque Harmonia, o parque Marinha do Brasil, (que não são áreas de transição, são áreas consolidadas em lei.)
    Os bairros residenciais consolidados a sua qualidade vida que está sendo deteriorada, a mobilidade urbana, a preservaçao ambiental natural e construida, a inclusão social, o patrimônio histórico, cultural, paisagistico, a poluição da nossa água, arroios, nascentes, matas ciliares, … quem vai pagar o passivo ambiental no futuro ? Nossos netos ! …
    *O desenvolvimento da cidade tem que ser regrado e controlado, não pode “ficar a merçê do poder econômico” transformando a cidade em uma mercadoria !

    Pergunta: qual o futuro da nossa cidade ? por que não são respeitada as diretrizes globais do PLANO DIRETOR do municipio ?

    A POPULAÇÃO DE PORTO ALEGRE ESTÁ A DERIVA.

    O PACTO FEDERATIVO DA UNIÃO FEDERAL não está sendo respeitado pelos poderes constituidos do município ! ! !

    Eduino de Mattos – conselheiro do CMDUA / COMITÊ LAGO GUAIBA (gerenciamento dos recursos hidricos da bacia do Guaíba)

  8. Acho muito pertinente o interesse em discutir o melhor para essa região da nossa orla.
    É evidente que um projeto paisagístico faz muito mais sentido quando existe alguma viabilidade econômica. Vivemos num país capitalista e devemos aprender a colher o que há de melhor no capitalismo: o incentivo à excelência e a busca daquilo que tanto desejamos. Parque com árvores nativas e nada mais não é viável. Não gera dinheiro e exige uma manutenção que o poder público não sabe cumprir. Também não dá para socar torres de apartamentos para tirar o máximo de lucro em cada metro quadrado numa total manifestação da cara-de-pau do comprador da localidade, que é de interesse público.
    O que uma prefeitura de um país civilizado faria? Alguma coisa que misturasse os dois. Que tal bares, restaurantes, cafés de bom gosto, cercados de áreas verdes e passeios públicos. Aqui a iniciativa privada e o interesse público se encontrariam. E, por favor, nada de projetos “populares” de gente que pensa de forma medíocre e que não entende que até pobre gosta de beleza.
    VAMOS PENSAR GRANDE!!!

    • Meu nome é José Pedro Rambo Rodrigues, sou morador de Pôrto Alegre e amo esta cidade.
      Procuro entender e até aceitar as continuas modificações e alterações necessárias no ambiente devido a continua e progressiva explosão demográfica humana.
      Existem alguns locais que costumo me ¨refugiar¨, como o parque Marinha que oferece resquícios de natureza. Neste sofri um baque, um susto ao constatar a contrução de uma estrada, larga e sem propósito dentro do parque.
      Fui atrás de informações e soube que ela irá até o estádio Beira Rio em função da próxima copa mundial. Pombas, restam poucos lugares aprazíveis na cidade, aquela estrada destoa, agride e afasta pessoas que buscam ar livre e esporte.
      Nada pode ser feito ?
      Como posso me inserir a grupos que compartilham esta visão de conservação ?
      Sobre a área do estaleiro e adjacencias, deveria se tornar área de recuperação e preservação da flora e da quase extinta fauna de Porto Alegre.
      Pedro Rambo

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